“Conhecemos a Paula no casamento da Inês. Tornou-se parte da família. Desde a gravidez do Salvador; entrou em nossa casa com ele recém nascido, e desde aí conta a história da nossa família, de uma forma sem igual. De Fotografa a amiga, uma Alma que sabe ver através da lente. Um ser humano incrível e de uma calma, muito boa de se estar e se viver. Obrigada Paulinha. Um exemplo claro de quem faz aquilo que Ama. E que bem que o faz.”
“Conseguiste captar a Alma do dia. Até os convidados comentaram a tua gentileza e simpatia. Confesso que não estava preparada para tanta emoção, houve momentos que só tu mesmo com a tua visão e emoção é que conseguirias eternizar em fotos. Ainda ontem falei com a minha prima que tem um filho autista ela ficou impressionada com a foto que lhe tiraste porque captaste o segundo em que ele estava presente e não no mundo dele. Grata querida Paula“
A nossa história com a Paula vem mostrar que não há coincidências. Não conhecíamos a Paula e por isso não foi a nossa primeira opção. Quando a conhecemos percebemos que ia ser ela e depressa se tornou a pessoa que fez parte do nosso casamento e que facilmente a convidaríamos para vir a festas da nossa família. Entrou nas nossas casas e facilmente percebeu a vibe do casamento. Sempre que vemos as nossas fotografias, com um sorriso, temos a certeza de que a Paula foi a pessoa certa e só queremos que continue a acompanhar e a fotografar a nossa família. Obrigada, Paula.
Sou a Paula Vieira — guardo vida e beleza.
Nasci em Alcobaça, vivo em Almada, mas o meu lugar é onde houver pessoas, histórias e emoções para guardar.
O nome Madame Paulete chegou a mim antes de eu perceber o porquê, mas hoje sei que ele carrega exatamente aquilo que me define: delicadeza, presença, paixao e um olhar amoroso que observa para lá do que é visivel.
Sempre fui movida pelas pessoas e pelo modo como o amor se revela nos gestos mais simples. Tenho um olhar curioso, atento e emocional — é através dele que procuro captar o que não se repete e que merece ser guardado.
A minha memória sempre foi frágil.
Talvez por isso a fotografia tenha sido o meu caminho: a forma mais bonita que encontrei de segurar o tempo, reencontrar pedaços de mim e criar herança emocional para quem virá depois.
Fotografar, é testemunhar a vida como ela é — honesta, espontânea, imperfeita e com alma. É contar histórias verdadeiras, sem poses forçadas, com a sensibilidade de quem acredita que as memórias são das coisas mais preciosas que podemos deixar.
Obrigada por me deixarem entrar nas vossas.